sexta-feira, 13 de maio de 2011

Por Thiago chicão:

“A memória é uma ilha de edição” Alguém disse isso. Às vezes existem coisas das quais não queremos lembrar, memórias que nos trazem um sentimento ruim e que contagia o perímetro do qual fazemos parte. A materialização dessas imagens tornam o dia lúgubre: A casa, o bairro, os parentes, os iguais...

A fase diz que estamos em outro contexto e que nele há novas invenções cujos propósitos são apreciáveis, mas... E os medos? Estão cada vez menos, perdem espaço para as neo-peocupações, tornam-se constantemente memórias, paupérrimas memórias.

- Nós estamos vendo aquilo que podemos ver.

- Tirem o cabresto!Olhem! O que vêm?

- Agora vemos aquilo que queremos ver, muito obrigado.

- Por nada

- Como se chama?

- Não importa, o que vocês devem saber é que sou agora o que será memória.

Alguns sorriram.

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