Por Thiago chicão:“A memória é uma ilha de edição” Alguém disse isso. Às vezes existem coisas das quais não queremos lembrar, memórias que nos trazem um sentimento ruim e que contagia o perímetro do qual fazemos parte. A materialização dessas imagens tornam o dia lúgubre: A casa, o bairro, os parentes, os iguais...
A fase diz que estamos em outro contexto e que nele há novas invenções cujos propósitos são apreciáveis, mas... E os medos? Estão cada vez menos, perdem espaço para as neo-peocupações, tornam-se constantemente memórias, paupérrimas memórias.
- Nós estamos vendo aquilo que podemos ver.
- Tirem o cabresto!Olhem! O que vêm?
- Agora vemos aquilo que queremos ver, muito obrigado.
- Por nada
- Como se chama?
- Não importa, o que vocês devem saber é que sou agora o que será memória.
Alguns sorriram.
Nenhum comentário:
Postar um comentário