domingo, 22 de maio de 2011

Oi, eu sou assim. Você quer ser meu amigo? (Tosses) estou um pouco gripado, garganta irritada, deve ser a idade, mas há algum problema para você? Estamos em 2063 e nada mudou, as pessoas continuam a se digladiar por status, pelo lucro e pela vaidade. Você é assim?

Lembro-me de quando eu era um rapaz, tenho saudades daquela época sabe? do que você sente saudades?

Quer saber como eu era no início dos anos 2000? passeie por esse papiro virtual e também leia o que eu pensava neste blog, vamos, fique à vontade.

Sabe, aquela época era mais agradável em alguns aspectos: As crianças respeitavam os mais velhos, os políticos não saracuteavam tanto e os impostos nem eram tão altos como os de hoje, ahh o início dos anos 2000.

Espera... Isso não eram os anos 2000, eram os anos 1960. Eu não vivi essa década. (confuso) Estou cansado, vencido pelo tempo, mas..... Ainda amo, isso, Amo a minha véia, Iliana Louise, está cá ao meu lado fazendo crochê virtual, mais que mania!

Bem, tenho que ir, meus filhos chegarão logo, é natal sabe? Eles trarão suas esposas e meus netos. A casa ficará cheia em instantes, estou ansioso!!! Depois do almoço iremos visitar Recife, na verdade, as plataformas que existem lá. Recife sucumbiu ao aquecimento global nos anos 2040. Mas há uma série de atrações nessas plataformas que recontam a história daquela linda cidade banhada pelo extinto Capibaribe.

(silêncio nostálgico) até logo amigos, quem sabe nos vemos numa dessas, como eu dizia quando era moço (risos cansados)...

Por Thiago Chicão

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Por Thiago chicão:

“A memória é uma ilha de edição” Alguém disse isso. Às vezes existem coisas das quais não queremos lembrar, memórias que nos trazem um sentimento ruim e que contagia o perímetro do qual fazemos parte. A materialização dessas imagens tornam o dia lúgubre: A casa, o bairro, os parentes, os iguais...

A fase diz que estamos em outro contexto e que nele há novas invenções cujos propósitos são apreciáveis, mas... E os medos? Estão cada vez menos, perdem espaço para as neo-peocupações, tornam-se constantemente memórias, paupérrimas memórias.

- Nós estamos vendo aquilo que podemos ver.

- Tirem o cabresto!Olhem! O que vêm?

- Agora vemos aquilo que queremos ver, muito obrigado.

- Por nada

- Como se chama?

- Não importa, o que vocês devem saber é que sou agora o que será memória.

Alguns sorriram.