terça-feira, 18 de janeiro de 2011



Entrar no Alemão é fácil, quero ver o BOPE entrar no SISU

#$%¨&#@$ (pigarros) Tive que tomar um pouco D’agua para digitar esse texto, porque, talvez, seja impossível falar do Sisu (Sistema impossível de ser utilizado) quer dizer (Sistema de seleção unificada) sem pigarrear.

Fazer provas extremamente cansativas, ter aulas o ano inteiro, estudar horas a fio é algo comum na vida de um vestibulando, mas brincar de “Detetive” ao invés de saber a sua nota e escolher seus cursos é algo incomum, até agora... Por que detetive? Horas, milhões de alunos estão tentando descobrir por que o Site do Sisu dá erro, por que centenas de redações foram anuladas sem explicação, por que os cursos definidos pelos alunos foram alterados sem consenso desses e, tantos outros porquês, isso explica?.

O gozado é que, o homem já foi à lua, o homem inventou a internet e o Homem também construiu a bomba atômica, mas a porra do Homem não consegue resolver o problema do Sisu, meu Deus! O que há de errado em o cidadão clicar em um simples mouse, vê a sua nota e escolher seu curso? O que há de obscuro entre o aluno e o programador contratado pelo MEC? será uma Rixa? O sabotador, quer dizer, o programador está tentando fuder o aluno? Ou seria ele o Sérgio Malandro em mais uma de suas pegadinhas, HÁ! glu glu yeah yeah!

O que se sabe até agora é que o salário mínimo será de R$540,00 reais; Que a Ariadna, participante do BBB 11, é um transexual; Que Sérgio Cabral, governador do Rio de janeiro, irá usar a comoção das enchentes para sustentar suas ideologias pró royalties do pré-sal; Que A Clara da novela Passione não morreu e que o Ricky Martin é gay. E o Sisu porra?

O Sisu terá sua 1° etapa concluída até o dia 20, segundo o @mec_comunicaçao, e até lá alunos ávidos por saberem suas notas e escolherem seus cursos tentarão pacientemente copiar e colar seus números de inscrição e senha e digitar as letras subliminares que aparecem na mesma página. Se terão êxito? Ahh vahh!

Como também sou vestibulando e brasileiro estou tentando, seja o que o Haddad quiser °L°

(Thiago Chicão)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011



Trabalho: Visto por fora da caixa.

O antropólogo Darcy Ribeiro diz em seu livro, O povo brasileiro, que cerca de 12 milhões de negros escravizados foram trazidos da África para o continente Americano e, destes, aproximadamente 4 milhões foram “despejados” no Brasil. Acossados pelos europeus, os “trabalhadores afros” contribuíram para moldar o perfil do trabalho no passado e comparar os ofícios que, no presente, tem em sua essência a escravidão.

O trabalho traz consigo uma gama de deveres, dando ao cidadão oportunidade de cumpri-los e posteriormente custear necessidades básicas como, alimentação, moradia, saúde e lazer. Essa condição traz uma certa autonomia e dignidade ao ser humano trabalhador e o impulsiona a construir coletivamente a máxima do bem-estar social, mas nem sempre é assim.

Como se sabe, em alguns países e até mesmo no Brasil a exploração no trabalho é uma realidade pulsante. Em determinadas empresas na China o índice de suicídios de funcionários em função das longas jornadas de trabalho é alarmante, enquanto no Brasil os trabalhadores rurais são aliciados por terceiros para trabalhar em situação deplorável para grandes fazendeiros. O Estado deveria ver esse cenário e intervir em favor dos explorados, mas não é o que acontece em grande proporção. Desde 13 de maio de 1888, com a assinatura da Lei Áurea até os dias de hoje a escravidão invisível, que não usa correntes para prender o homem à terra, mas marginaliza-o e torna-o indigno parece estar estável em tempos de globalização e informação em massa, o que configura um grande problema.

A par disso, faz-se necessário uma mobilização dos trabalhadores no intuito de mostrar à população e cobrar do governo uma atitude legislativa mais severa, a fim de erradicar esse “Neoescravismo” em prol da liberdade e da unificação da dignidade humana.

(Thiago Augusto)

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Aê galera essa é minha redação do ENEM de 2010. Tirei 9 com ela =D. Agradeço aqui à Tereza Albuquerque, professora lá do Nicarágua e a Isaac Melo, também professor do mesmo curso. Paz para todos!!!

domingo, 2 de janeiro de 2011


Aqui jazem os conceitos


Matem os brancos, matem os negros.

Matem as mulheres e os homens

Matem, assim por matar, os héteros e os homos.

Matem as tribos e as ideologias. A cria e o criador.

Faça com que não sintam dor, visto que é um ensaio. Aí matem também os românticos e os céticos e, por fim, matem o que foi esquecido e a metalinguagem.

E agora, o que são João?

- São todos mortos.

Thiago Chicão.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Corre o queiro


Acenei com uma das mãos. Parou. Subi. Cumprimentei-o. Cumprimentou-me. Sorri. Sorriu. Ao cobrador fiz sinal em positivo. Sinalizou-me. Agradeceu-me. Liberou. A viagem seguiu...

Thiago Chicão